quinta-feira, 18 de março de 2010

Deu p´ra ti, baixo astral...

... vou p´ra Porto Alegre tchau!
É isso mesmo! De volta à minha terra natal, após quase 2 anos e meio. Tinha apenas 15 dias quando saí de lá. Meus pais tiveram muitas dúvidas pois, segundo eles, alí é um ótimo lugar p´ra p´ra viver. Lá eles moraram por 12 anos e foram muito felizes, lá eu nasci e quem sabe um dia volte?! Mas hoje percebem que fizeram a escolha certa.
Estou muito ansioso desde que mamãe decidiu que iríamos p´ro aniversário de 2 anos do meu priminho amigo irmão Pedroca. Segundo ela quando meu irmãozinho (zinha) nascer vai ficar um pouco difícil viajar, por isso vamos aproveitar enquanto ele estiver na barriga.
Todos os dias pergunto p´ra mamãe se já iremos ver o Papai Noel? Pois se vocês não sabem ele mora lá no Rio Grande, em uma linda cidade chamada Gramado.
Será uma correria, muitos lugares p´ra eu conhecer, muitos amigos p´ra rever, ir a Gramado, ao brique da Redenção, mas vamos lá, animação não me falta.
Espero que minha próxima postagem seja p´ra mostrar as fotos da minha terrinha.
Um beijo do gaúcho!

Domingo é dia de piscina
Olha o que eu faço quando a mamãe pede uma pose

sábado, 6 de março de 2010

Ao meu bebê: O milagre da multiplicação do amor...

Ontem nossa família se dizia completa. Éramos, em uma cidade pequena, só papai, mamãe e o pequeno Davi. E isso bastava. A isso chamávamos de "felicidade completa"!
De repente Deus, Senhor de tudo e da vida, o Senhor de nossas vidas, mais uma vez voltou seu olhar para nós, seres tão pequenos e fracassados... e nos presenteou com o Seu maior milagre, Sua maior obra, a Vida, uma nova vida. E aquela família agora iria crescer...
E Deus tem dessas mesmo. Ele é assim. Quando nossos olhares se voltam para as intempéries do mundo, frutos única e exclusivamente do nossos egoísmo. Quando parece que Tu não existe ou Estás alheio ao nosso sofrimento. Tu mostras o teu infinito amor!
Antes, minha razão, tão cientificamente elaborada ao longo dos anos, era incapaz de conceber que eu pudesse amar de maneira semelhante outro filho. Pensava eu: impossível! Chegava a acreditar que as outras mães mentiam ao dizer que amor de mãe é igual.
E Você já chegou de um modo diferente, nos mostrando o quanto será diferente. Como esquecer que você está em mim? Quantos enjôos meu Deus!!
Quanto amor! Nem maior, nem menor, apenas diferente. Mas a emoção de ver-te, somente coração batendo, por poucos minutos, essa foi incrível e não cabia em nós!!
Tu és tão pequeno e tão grande, tão simples e complexo. Como pode haver tantos que ousam dizer que tu não és uma vida?! Impossível ver-te sem chamar-lhe meu filho, ou minha filha!
Saiba meu bebê que já te amamos e que sempre iremos te amar, trabalhar e lutar em prol do seu bem e da sua felicidade.
Se és mais um menino ou uma menina não me arrisco opinar. Ao contrário do teu irmão que sempre soube que era um menino, tu me pareces um doce mistério. Te amamos e sonhamos com o dia em que te teremos nos braços e continuaremos a caminhar... Uma família, nossa família, Eu, teu Pai, teu irmão e tu: nosso bebê.

O Feijão II: com sete semanas e 1,3 mm